Subscribe to our newsletter
We send a newsletter every four months, to inform you about our worldwide training activities and success stories.

If you wish to help support LVE work around the world you may donate to ALIVE, the Assn. for Living Values Education International, by following this link.



Click the link below to join the ALIVE Group on LinkedIn

        





Brazil
Brazil flag
Instituto Vivendo Valores
ALIVE Associate

Paulo Barros
Educator

brazil@livingvalues.net
Brazil flag
2017

Juventude e educação: transgressão, valores e relações interpessoais na escola PDF Format

An article on “Education, Values and Juveniles Transgression”, based on the experiences of two leading LVE Educators in Brazil, Paulo Sergio Barros and Francisca Valdelice Araújo do Vale, was published by Federal University of Ceará in their Culture of Peace Book.













2014
Over the past five years, the Federal University of Ceará, in Fortaleza, Brazil, has organized a Seminar on the Culture of Peace, Education and Spirituality in which researchers, teachers and students expose, debate, and experience the culture of peace. In December 2014, at the fifth annual seminar, the Living Values Education Team participated in three sessions. They presented a workshop on “Human Values” and two visualization sessions on the value of Peace. The organizer of the Seminar, Professor Kelma Matos from the Department of Educational Foundations, organizes a book of research results and teaching experiences about the culture of peace and human values. The book released after the 4th Cultura de paz, educação e espiritualidade seminar included the article, “Education and culture of peace in prisons: The experience of LVE at the School Leo Arlindo Aloisio Lorscheider in Itaitinga – CE”. This school serves 705 persons deprived of liberty. They were enrolled in forty-eight groups, in thirty-four classrooms. Running in ten prisons in the Metropolitan Region of Fortaleza, they are offered basic education, literacy to high school in form of Youth and Adult Education. The school was founded with the ideal of transforming persons deprived of liberty through the opportunity to be students who are deemed worthy of a humane education. Toward that aim, the methodology of the Living Values Education Program has been adopted by the teachers.

2013
Algumas atividades do Programa Vivendo Valores na Educação
Nos anos de 2011 e 2012 o VIVE Brasil continuou com as suas atividades no país com o apoio da Brahma Kumaris, Instituto Vivendo Valores e outras instituições paceiras. Em São Paulo, em 2011, o VIVE teve boa atuação na capital São Paulo e em outras cidades como Vinhedo, Valinhos, Piracicaba, Itatiba, Amparo, Itapecerica da Serra, Piquete, com cursos de formações e outras atividades.  A partir de São Paulo, outras partes do país foram atendidas: Minas Gerais (cidades de Belo Horizonte e Três Corações) Mato Grosso (cidade de Primavera do Leste). No estado de São Paulo foram capacitados educadores de 16 escolas estaduais e municipais, com um total de 368 educadores. Outros eventos promovidos durante 2011 foram Workshops sobre Festas Junina de Valores, Bullying, Escuta Ativa, Primavera de Valores. Este último organizado em parceria com outras organizações no Parque Ibirapuera, cujos frequentadores tiveram a oportunidade de confeccionar e admirar uma Bandeira da Paz de 10 metros quadrados (ver vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=m0kwkka2DNE).

Paulo Barros

       

2012

INSTITUTO VIVENDO VALORES

Iniciativa Valores Brasil/ Projeto Vivendo Valores no Jardim Ângela
Resultados constatados
Resumo da avaliação parcial emitida em maio de 2012
Veja também: Primavera dos Valores  http://www.youtube.com/watch?v=m0kwkka2DNE


A Iniciativa Valores Brasil/ Projeto Vivendo Valores no Jardim Ângela

A Iniciativa Valores Brasil / Projeto Vivendo Valores no Jardim Ângela tem o propósito de propor a adoção da educação em valores humanos universais como política pública (em formato a ser construído) e prioridade de financiamento por instituições que financiam projetos, nas áreas de educação e assistência e desenvolvimento social.

Em parceria entre o Instituto Vivendo Valores, a Sociedade Santos Mártires e as Escolas EE Profa. Josefina Maria Barbosa e EE Profa. Maria Peccioli Giannasi, está sendo construído um “case”, com a aplicação ampla do programa VIVE-Vivendo Valores na Educação e apuração de resultados por instituição especializada, durante dois anos.

Foi realizada uma avaliação parcial pelo NECA – Associação dos Pesquisadores dos Núcleos de Estudos e Pesquisas sobre a Criança e o Adolescente , que estamos encaminhando às lideranças e à sociedade com esta mensagem, e, com base nos resultados constatados, estamos propondo construirmos desde já a proposta para adoção como política pública e prioridade de financiamento de projetos.
Resultados constatados

Feita a avaliação parcial, podemos afirmar que os resultados apontam para as seguintes conclusões, confirmando nossa experiência:

  • As escolas e as ONGs da área social precisam de educação em valores humanos universais
  • A educação em valores humanos universais dá resultado nas escolas e nas ongs da área social
  • As escolas e ongs da área social que aplicam um programa suficientemente completo de educação em valores humanos universais o fazem hoje sem as condições adequadas normais, e, portanto, são poucas
  • Para satisfazer-se a necessidade de aplicação de um programa de educação em valores humanos universais é necessária uma política pública (em formato a ser construído) e seria muito útil uma prioridade de financiamento por instituições financiadoras de projetos.

Comentários

  • Escolas e ONGs da área social precisam de educação em valores humanos universais

De maneira generalizada, há dificuldade de se manter uma atmosfera que permita o desenvolvimento adequado da atividade docente, com a ocorrência continuada de atenção insuficiente e desrespeito. Bem como o potencial de aprendizagem dos educandos deixa de se realizar a contento, pela ausência de valores internos fortalecidos suficientemente de modo a que mantenham um estado permanente de autoestima, que permite o florescimento de todas as potencialidades. Os programas de educação em valores são necessários para os educandos e para os pais. Para os educadores, a educação em valores fortalece-os para lidarem com os educandos e para criarem e manterem uma atmosfera positiva, propícia ao aprendizado e ao bem estar.

  • Educação em valores humanos universais dá resultado nas escolas e nas ongs da área social

Aplicada como um programa, ou seja, uma sequência consistente, estruturada e em extensão suficiente, a educação em valores humanos universais demonstra produzir os benefícios desejados:

  • Os educandos tornam-se cooperativos, desenvolvem seu bem estar interior e realizam melhor seu potencial

Os pais (biológicos ou não) e familiares conseguem criar uma atmosfera mais positiva e nutridora em casa

  • Os educadores fortalecem-se para conduzir a sua atividade de maneira não desgastante e produtiva e constroem seu bem estar e uma atmosfera positiva

No capítulo 7 do relatório de avaliação em anexo estão descritos os resultados constatados. Para ilustrar, reproduzimos algumas das constatações:

Sinais de progresso (adolescentes e jovens)

 

Sinais de progresso

Abr/2011

Ago/2011

Dez/2011

Espera Ver

Ter maior presença nas atividades desenvolvidas

53%

80%

73%

Ter maior participação nas atividades desenvolvidas

60%

69%

92%

Ter maior respeito pela atividade preparada pelo educador

79%

85%

89%

Sentir-se valorizado e importante

60%

78%

89%

Passar a respeitar a fala do outro, sem desqualificar a sua forma de expressão

63%

85%

92%

Gostaria de Ver

Relacionar-se com todo o grupo da mesma forma, sem discriminação

33%

71%

92%

Demonstrar maior solidariedade fora do seu circuito de amizade

30%

69%

86%

Desenvolver maior interesse pelas atividades

35%

64%

89%

Perceber a importância da cooperação

25%

60%

89%

Adorara   Ver

Reconhecer que pode fazer a diferença através de pequenas ações para a transformação e construção de um mundo melhor

 

17%

 

44%

 

65%

Alguns depoimentos

“Acho que o valor mais importante que se tem é o respeito. A partir do momento que você respeita o seu próximo, ele vai te respeitar. E, se ele não te respeitar e você continuar respeitando a ele, um dia ele vai se ‘tocar’: ‘o cara é tão bacana comigo, porque eu sou tão mau com ele?’. Uma hora cai a ficha. Então, parte da gente, se nós não respeitarmos o próximo, não podemos esperar nada diferente dele.(Educando do Centro da Juventude Riviera, 19 anos)

A princípio eles falavam: ‘Poxa, adianta eu falar de paz agora e eu saio ali fora e vem um ‘cara’ e mete um ‘três oitão’ na minha cara, e aí? Eu vou falar de paz? Para que?”. Na semana passada, pedi que eles fizessem uma pequena avaliação. Que eles me dissessem o que estavam sentindo e do que não estavam

gostando (o interessante é que na aula só estavam meninos...) Esses mesmos meninos que tinham dito para mim que não queriam falar de paz, que não queriam falar de amor, foram os mesmos que disseram: ‘Maria, eu queria que essa oficina, esse tipo de atitude - eu respeito você para você me respeitar - que isso acontecesse também na escola. Porque eu tive uma briga feia com a diretora e ela me disse que eu tinha que sair daqui. E ela me perguntou onde eu aprendia mais, se era na escola ou se era no Centro da Juventude. Eu nem pensei duas vezes, eu disse que era aqui. ... Porque lá eles não me respeitam. Lá eu não tenho esse respeito que tenho aqui’. O mesmo menino que tirou sarro de mim no começo, estava agora clamando praticamente que essa roda de conversa acontecesse em outros lugares. Eu consigo visualizar essa mudança do jovem.” (Educadora do Centro da Juventude Riviera)

“Eu tinha muitos problemas na minha turma com duas meninas que os alunos identificavam como ‘meninas de cabelo duro’ e, em muitos momentos, as chamavam de ‘macacas’. As meninas choravam muito com isso. Depois que começamos as lições do Vive, esses xingamentos diminuíram, mas quando ainda acontece as meninas agora dizem ‘Nem ligo para o que você está falando. Não sou ‘macaca’, não sou desse jeito que você está falando’. Então, as meninas passaram a se valorizar. As lições do Vivendo Valores ajudaram muito a criança a trabalhar sua auto-estima.” (Professora de Língua Portuguesa e Leitura e Produção de Texto, do Fundamental II, da Escola Maria Peccioli)

“Eu tenho criança lá que a mãe arrumou um namorado. E a mãe não está dando a atenção que a criança deseja receber. A criança chega até nós e conversa sobre o assunto: ‘Minha mãe está saindo com o namorado. Ela não dá atenção para mim. Ela não brinca mais comigo’. E aí, nós temos como chegar na mãe, chamando para o espaço e conversando e, até mesmo, citando o assunto que a criança nos trouxe. Então, para mim, foi muito bom porque estou tendo um contato mais íntimo com a criança. Antes, ela não conseguia se expressar e, hoje, ela já está conseguindo chegar até mim - ou até a coordenadora do CCA - relatando o que acontece com ela.”  (Educadora do CCA Riviera, atende crianças de 6 a 9 anos)

“Quando nós estávamos estudando sobre paz, uma aluna ficou observando tudo o que falávamos, o que os colegas comentavam e depois falou: ‘Professora, o meu padrasto não tem paz, porque ele não tem um pingo de paciência, ele não tem paciência nem com a filha dele que é um bebê. Quando ela chora ele começa a querer sacudi-la. Então, isso tira muito a minha paz porque eu fico com pena daquela criança. E também ele fica gritando e fazendo escândalo. A minha mãe também fica nervosa. Aí, nós perdemos a paz. Então é uma situação de ‘não paz’ na minha casa quando o meu padrasto chega e fica nessa impaciência com a filha dele’. Então, nós percebemos que eles levam isso para casa e começam a observar. Eles começam a observar a atitude dos pais e muitas vezes eles querem fazer essa intervenção com os valores que são aprendidos na escola. (Professora de um quarto ano da Escola Josefina)

Eu vejo a história do Jeferson como superação. Porque não é fácil realmente a pessoa falar dessas situações. Eu acho que ele está de parabéns por ter conseguido superar. O projeto Vivendo Valores tem, em

minha opinião, o intuito de fazer com que o jovem supere o medo ou supere algo que passou ou está passando hoje em dia, como a morte, ou outros assuntos que também são tratados durante as atividades e são bem importantes”. (Jovem atendida pelo Sociedade Santos Mártires, dezessete anos)

Eu acho que a coisa principal que mudou foi a questão da valorização deles mesmos. Acho que eles começam hoje a olhar para dentro de cada um e falar: “Eu tenho uma coisa que precisa ser valorizada”. E acho que eles começaram também a ficar mais críticos com relação a algumas questões e, com isso, começaram uma cobrança dentro do grupo:  ‘Ontem nós estávamos falando sobre respeito e hoje você faltou com o respeito’. Então, eles começam a cobrar uns dos outros, eles começam a se cobrar. E acho que isso vem em razão desse projeto. Porque acho que por mais que seja uma coisa que está no dia a dia e que todo mundo fala, foi um desafio tanto para os educadores como para os meninos parar um momento do dia para falar sobre valores. Eu acho que com isso eles começaram a ficar mais críticos e puderam parar um momento e falar: “Apesar do turbilhão de coisas que acontece no dia a dia, dá para eu ainda parar e falar sobre algum valor que eu tenho”. Não é que ninguém tem, você tem esse valor, só que precisa valorizar. Acho que é isso que está começando a acontecer, eles começaram a reconhecer esses valores que eles têm”. (Educador de cidadania do CJ Riviera)

Eu queria contar que na família do meu tio são todos revoltados porque eles não entendem um ao outro. Quando eu entrei no CJ Riviera eu tinha dúvidas, porque eu não aguentava mais eles. Quando eu ia para a casa deles em dia de semana eu não aguentava, eles só ficavam brigando. Cheguei aqui e conversei com o educador - eu fui me abrindo e ele foi me explicando. Em outro dia, quando cheguei na casa da minha tia, conversei com ela. Falei: “No meu curso tem Vivendo Valores. Por que vocês ficam assim?”. Ela falou: “Porque eu não aguento o seu tio. O seu tio chega do trabalho, bebe demais e fica com aquelas brincadeiras”. E eu pedi emprestado para eles [os educadores] aquele [material do] Vivendo Valores e levei lá. Eles leram. E falaram: “É melhor a família viver em paz do que a família ser destruída.” E depois disso nunca mais eles brigaram. Porque eu expliquei para eles e eles ficaram todos felizes”. (Jovem atendido no Centro da Juventude Riviera, quinze anos)

Tive um primo que morreu faz pouco tempo por causa de envolvimento com drogas. Comecei a escutar o projeto, são muito emocionantes as histórias e faz você refletir o que você quer para a sua vida - a escolha que você vai fazer. Eu gosto das atividades do VIVE: sentamos em círculo, ouvimos música e refletimos. Sentir que você pode mais de onde você está, apesar das dificuldades, você pode ir além. Você pode superar os obstáculos”. (Jovem atendida pela Sociedade Santos Mártires, dezessete anos)

Agora que entrei nesse curso no Centro da Juventude consegui sair dessas amizades ruins e parei de usar droga. Agora estou quieto na minha. Consegui sair da vida do crime de um jeito que antes eu não conseguia. Tentava sair e quanto mais eu tentava sair mais eu entrava na vida do crime. Quando fui preso, refleti e vi que o que eu estava fazendo não era para mim. Eu queria ter coisas melhores para mim. Quando eu entrei no curso conheci várias pessoas legais e comecei a me abrir. Quando eu comecei a estudar as histórias do VIVE

foi que eu quis mais ainda me afastar do crime. Hoje, eu até consigo fazer a minha mãe feliz. Porque antes a minha mãe não tinha confiança em mim. Consegui também mais autoconfiança. Muitas pessoas não têm a vivência que eu tenho. Eu tenho uma história que a pessoa que escuta não acredita, porque eu já passei muitas coisas na vida do crime. É uma coisa que posso falar aqui e agora: não desejo nem para o meu pior inimigo”. (Jovem atendido pela Sociedade Santos Mártires, dezesseis anos)

“Me fez pensar um pouco mais no lado espiritual. Refletir, buscar mais paciência no sentido de resolução de conflitos. Não tanto com os jovens, mas procurar resolver conflitos entre os colaboradores mesmo, os colegas de trabalho. Então, esse ano, coloquei como meta evitar entrar em conflito com os colegas de trabalho. E procurei na minha vida, na minha família, ser um mediador de conflitos.”(Educador do Centro da Juventude Riviera)

Eu comecei a questionar algumas coisas, procurei mudar um pouco. Sou uma pessoa que falo, sou muito sincera, acabo falando o que eu penso, e acabo magoando as pessoas. Mas acho que comecei a questionar algumas coisas em mim. É engraçado porque esse projeto veio aqui para a escola e ficou todo mundo falando ‘os alunos, os alunos, os alunos’, mas esqueceram que nós, nas trajetórias de nossas vidas, perdemos muitas coisas também. Então, eu senti a necessidade de resgatar algumas coisas que eu acho que também se perderam.” (Coordenadora do Fundamental II da Escola Maria Peccioli)

“Os alunos começaram a se abrir mais conosco. Começaram a contar um segredo ou alguma coisa que lhes aconteceu. E nós também começamos a conversar mais com os alunos. Eu, sinceramente, sou uma pessoa muito fechada, até muito tímida em alguns momentos, inclusive com os alunos. Eu era mais reservado, e ainda sou, não dava muita abertura para os alunos. Agora, eu consigo deixar eles mais à vontade e estou tendo uma proximidade maior com eles e, com isso, eles passaram também a me respeitar mais. O valor que chamou mais a minha atenção foi o valor ‘respeito’: você saber respeitar melhor os alunos e respeitar a si próprio”. (Pofessor do ensino Fundamental II da escola Maria Peccioli)

“Eu acho que não só aqui como em casa também, eu mesma melhorei muito. Muitas vezes eu chegava em casa estressada e não tinha muita paciência. Eu percebi uma melhora na relação com a minha mãe. Brigávamos praticamente todos os dias. Hoje não. Hoje eu tenho um diálogo maior com a minha mãe e com meus irmãos”. (Professora do ensino fundamental da escola Josefina Maria)

O que mais ajudou foi entender que a transmissão de valores era também nossa responsabilidade. Até então achávamos que não era nossa responsabilidade. Entendíamos que era responsabilidade da família”. (Professor de matemática do ensino fundamental II da escola Maria Peccioli)

Em uma dinâmica que realizamos em grupo tínhamos que colocar de um lado os nossos defeitos e de outro lado as qualidades. Colocar os defeitos foi fácil, agora com as qualidades encontrei uma enorme dificuldade. Comecei a perceber que tenho um olhar muito crítico para as coisas, busco uma perfeição que não é

necessária. E comecei a observar isso saindo um pouco do contexto da educação e indo para o contexto mais pessoal. E comecei a perceber que isso causa um desgaste extremamente desnecessário e acaba apagando as minhas qualidades. Acho que isso foi um aprendizado muito bom.” (Professora do ensino fundamental I da Escola Maria Josefina)

“O meu propósito foi transformar o espaço da instituição em um espaço de valor. A minha ideia é que a pessoa ao entrar no nosso espaço tivesse uma referência de que vivemos no servir, no receber, no acolher e na prática dos valores. As plantas na entrada da secretaria estavam mortas, ninguém colocava água. Hoje tem uma pessoa que cuida das plantas. Quem for lá hoje vai ver as plantas bonitas. O valor não pode ficar só na palavra: eu falo de valor... e desrespeito o menino na hora de servir a comida e não cuido do espaço. De fato eu só estou falando, não estou praticando.” (Coordenador na Sociedade Santos Mártires)

  • As escolas e ongs da área social que aplicam um programa suficientemente completo de educação em valores humanos universais o fazem hoje sem as condições adequadas normais, e, portanto, são poucas

Nas escolas e nas ONGs, não há uma disponibilidade de tempo e recursos materiais para uma aplicação continuada de um programa de educação em valores, de modo que produza transformação (um a dois anos, com 3 aplicações semanais). Apenas poucas escolas e ongs conseguem vencer esses desafios e aplicar um programa consistente, e, ainda assim, em condições de precariedade.

  • Para satisfazer-se a necessidade de aplicação de um programa de educação em valores humanos universais é necessária uma política pública e seria muito útil uma prioridade de financiamento de projetos por instituições financiadoras de projetos.

Uma vez que, de acordo com os itens anteriores:

  • A educação em valores é necessária
  • A educação em valores dá resultado
  • Hoje não estão presentes as condições para uma implementação ampla da educação em valores,

faz-se necessária uma política na área da educação e da assistência social que propicie as condições para o florescimento e manutenção permanente da educação em valores para educandos, famílias e equipes.

Um fator que pode dinamizar significativamente a introdução desse programa amplo de aplicação da educação em valores é a atribuição de prioridade na concessão de financiamentos por instituições privadas e públicas, a projetos que incluam educação em valores, podendo mesmo ser pré-requisito de concessão de financiamentos a existência em andamento de adequado programa de educação em valores humanos universais, ou o compromisso de implementá-lo com o projeto para o qual se estão pleiteando recursos.

2010 - 2011
For the full report, please click here.
Current Status - 2010


Cultura de Paz, Ética e Espiritualidade
Livro organizado por:
Kelma Socorro de Matos &
Raimundo Nonato Jr.

Editora a Universidade Federal do Ceará (Edições UFC), 2010
www.editora.ufc.br
ISBN: 978-85-7282-403-3
Com 26 artigos e 337 páginas.

Com artigo de Paulo Sérgio Barros
Atmosfera de  Valores: O Princípio do Programa Vivendo Valores na Educação
Página 209 a 221.

Read details – 2010 Paulo Barros article for Living Values site.doc
Leia o artigo - Atmosfera de  Valores: O Princípio do Programa Vivendo Valores na Educação)
















Operating since 1996, the accumulated experience of LVE in Brasil led to the following present strategic lines:
  • To implement actions to put education of universal human values on a higher level, that of public educational policies and priority for financing by institutions that fund projects.

  • To make LVE implementations with formal initial commitment by the schools/NGOs; to give regular support during the implementation.

  • To increase LVE dissemination in a sustainable way, creating greater capacity through more volunteers and trough establismnet of partnerships.

LVE Activities Book Series and the materials for Street Children and for Young Offenders are being used.

For LVE dissemination there are several projects in progress, and along with this individual requests from regular schools and NGOs are also complied with. Many trainings for new facilitators and other volunteers are held troughout the year.

LVE in Brasil is integrated in Instituto Vivendo Valores (Living Values Institute, www.vivendovalores.org.br), that offers also values programs and workshops to the organizations, attendance and leisure activities.

Situação atual - 2010

Em atuação desde 1996, a experiência acumulada pelo VIVE no Brasil levou à fixação das seguintes linhas estratégicas atuais:

  • Executar ações para colocar a educação em valores humanos universais em outro patamar, o das políticas públicas e da prioridade de financiamento por instituições financiadoras de projetos.

  • Fazer aplicações de programas com comprometimento inicial e acompanhamento.

  • Executar expansão sustentada, criando capacidade de atendimento através da admissão de voluntários e constituição de parcerias.

Estão sendo usados os livros da série “Atividades com Valores” e os materiais para Crianças em Situação de Risco ou Rua e para o Atendimento Socioeducativo.

Para a disseminação do VIVE há vários projetos amplos em andamento, bem como são atendidas demandas individuais de escolas e organizações. Diversas formações de capacitadores e outros voluntários são realizadas ao longo do ano.

O VIVE no Brasil está integrado no Instituto Vivendo Valores (www.vivendovalores.org.br), que dispõe também de programas e workshops sobre valores para as organizações, atendimento ao público e lazer.

Projetos em andamento em destaque

Projeto Vivendo Valores no Jardim Ângela

Aplicação completa do VIVE (educação formal e área social), com acompanhamento científico de resultados, durante dois anos, para servir de base à proposição de política pública e de prioridade de financiamento a projetos incluindo educação em valores, pelas instituições financiadoras de projetos.

Em andamento no Jardim Ângela, uma região de alta vulnerabilidade de São Paulo, em parceria com a Sociedade Santos Mártires (www.santosmartires.org.br) e as Escolas Boa Esperança, Peccioli and Josefina.

Conta com financiamento parcial da Fundação Itaú (www.fundacaoitausocial.org.br) e tem direito a contribuições dedutíveis do Imposto de Renda através do Fumcad-Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de São Paulo(www.fumcad.prefeitura.sp.gov.br).

A pesquisa está a cargo do NECA – Associação dos Pesquisadores dos Núcleos de Estudos e Pesquisas sobre a Criança e o Adolescente (www.neca.org.br).

Na Sociedade Santos Mártires foi concluída a capacitação das quatro CEIs (“creches”) e do PAF_Progama Ação Família, que atende duas mil famílias através de visitas e encontros. A aplicação nos CCA´s e CJ´s (centros da Criança e do Adolescente e da Juventude) continua, e inicia a coleta de informações para a pesquisa do NECA.

Nas três escolas parceiras – Josefina, Esperança e Peccioli -  foram concluídas as capacitações, e iniciada a aplicação.

Foi instalado o Comitê geral do projeto este mês, incluindo os diversos parceiros: IVV, SSM, Escolas, NECA, Fundação Itaú.

Três corações

Aplicação do VIVE em toda a rede municipal de ensino da cidade, com apoio de empresário local.

Amélia e Stela, capacitadoras locais do VIVE, fazem um inspirador balanço:

Foram capacitadas as equipes da rede municipal, num total de 735 colaboradores, dos quais 497 são professores.  Vêm sendo aplicadas práticas nas escolas, com os alunos, baseadas nas atividades do VIVE, tais como reflexões, exercícios de imaginação, exercícios de relaxamento/concentração, expressões artísticas, atividades sobre autodesenvolvimento, capacidade de se relacionar socialmente, consciência de justiça social e capacidade de coesão social.

A sustentação do projeto tem sido feita através de workshops locais e retiro em Serra Serena.

  • As metas para 2011 são:
    • Criação da Escola de Pais, com os seguintes objetivos: 
    • Organizar uma rede “escolas, famílias e entidades”.
    • Compartilhar valores universais para uma sociedade mais digna e justa.
    • Construir relacionamentos de família através de Workshops.
    • Trabalhar com o Livro de “Atividades para os Pais”.
    • Coibir o Bullying e formar uma rede de proteção.

  • Acompanhamento e sustentação do programa, com os seguintes objetivos:
    • Manter a motivação pelo “trabalhar com valores”, única forma de introduzir a paz, o respeito e o amor nos relacionamentos.
    • Buscar cooperação através das pessoas mais entusiasmadas, para que elas nos auxiliem na conquista de outros parceiros.

Fundhas – Fundação Hélio Augusto de Souza de São José dos Campos Foi concluída a capacitação dos novos educadores este mês.

Capacitação e acompanhamento da aplicação, para implementação em todas as unidades, com atendimento a 7000 crianças.

Programa de workshops de 16 horas

Anteriormente, já estava disponível o Workshop “Escutar é Preciso”, incluindo uma Introdução aos Valores (8 horas) e Escuta Ativa (8 horas).

Foi lançado este mês o Workshop “Limpo”- Valores humanos no tratamento da adicção e na Prevenção à reincidência do uso de drogas (Com base no VIVE-AD (Vivendo Valores para Programas de Tratamento de Adicção)

Ao final, na avaliação do workshop, os participantes manifestaram impressões tais como:

  • ... vocês têm uma metodologia passo a passo e isso é um grande facilitador
  • ...clareza e objetividade
  • Os conteúdos foram abordados com consistência, permitindo uma autorreflexão e autodesenvolvimento
  • A aplicação prática será muito intensa, já a partir do meu próximo atendimento
  • É bom também saber que a nossa natureza é boa. Mas, melhor ainda é saber que existem pessoas preocupadas em resgatar estes valores, quero ser uma destas pessoas também.
  • Estava precisando saber que no meio de tanta correria, de empurra-empurra (literalmente falando) ainda dá para acender aquela luzinha da paz!

Educação em Valores: Prioridade número 1 para a Educação Integral

Enquete da Fundação Itaú aponta uma ampla preferência para o  tema da Educação em Valores.

Em 11/12/2010 a enquete estava apontando os seguintes resultados:

 

O que uma proposta de Educação Integral deve priorizar?

Saberes da família e da comunidade

16,97%

-

665 votos

Conteúdos de diferentes áreas

17,94%

-

703 votos

Formação para valores

65,09%

-

2551 votos

Total: 3.919 votos  (em 11/12/2010)

 

Horizonte, CE

Integrando o Projeto Formação de Valores e Cultura de Paz nas Escolas, da 9ª Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação (CREDE - 9), órgão da Secretaria de Educação do Estado do Ceará, na cidade de Horizonte, foi realizada capacitação para os  coordenadores escolares, professores coordenadores de área , superintendentes escolares e técnicos do Núcleo Regional de Desenvolvimento da Escola (NRDES), do Núcleo Regional de Cooperação com os Municípios (NRCOM) da 9ª CREDE e representantes das secretarias municipais de educação de Horizonte, Pacajus, Chorozinho, Pindoretama, Beberibe e Cascavel. 

 O projeto será lançado formalmente na jornada pedagógica de 2011.

Explorando e desenvolvendo valores para um mundo melhor
July 2009 – A new LVE book from Brazil!
Brazil LVE Book Cover

Brazilian LVE Book
Title: Education and Human Values in Brazil: Pathways, Paths and Records of Living Values in Education.

Organizers: Paulo Sérgio Barros, and Raimundo Nonato Júnior.

With articles by Diane Tillman, Paulo Sérgio Barros, and Raimundo Nonato Júnior along with educators from many parts of Brazil.

This book, written in Portuguese, introduces some research and educational practices on human values in the school environment. The reports of experiences throughout the book are the result of pedagogical and investigative activities done while using the Living Values Education Program (LVEP) in Brazil.

The book was launched during the Ibero-American Meeting on Living Values Education, 17-19 July 2009, in Canela-RS, Brazil.


Three articles from the book are available in PDF Format below.

COM NOSSOS CORAÇÕES… A NECESSIDADE DA EDUCAÇÃO EM VALORES by Diane Tillman 

EDUCAÇÃO E CULTURA PARA A PAZ: UMA EXPERIÊNCIA NA ESCOLA MARIA JOSÉ MEDEIROS EM FORTALEZA by Paulo Sérgio Barros

EDUCAÇÃO, CIDADANIA E ESPIRITUALIDADE: UMA EXPERIÊNCIA NO COTIDIANO DA SALA DE AULA by Paulo Sérgio Barros

Published by Brahma Kumaris Publishing House: www.vivendovalores.org.br















































Provendo recursos para a comunidade educacional, na educação formal e não formal.
  • Atividades de Vivência de Valores

Centrados na criança, adolescente ou jovem, vivenciados e participativos, as atividades e métodos usados nas lições incluem:

  • Pontos sobre valores, leitura e narração de histórias

  • Atividades de imaginar e refletir

  • Discussões

  • Vivência de papéis e cartões de situação

  • Mapeamento mental e escrita criativa

  • Música, dança e expressão artística

  • Exercícios de relaxamento/focalização

  • Projetos práticos para o dia a dia


“A construção da Paz através
da Vivência de Valores” – Porto Alegre

  • Premissas centrais do VIVE

Os valores universais ensinam respeito e dignidade para cada e todas as pessoas. Aprender a viver com estes valores promove o bem estar para os indivíduos e a sociedade.


As pessoas ao redor do mundo compartilham os valores humanos básicos e têm o potencial para o auto-desenvolvimento e a interação positiva com outros quando providas de oportunidades apropriadas.


Os educandos florescem em uma atmosfera baseada em valores, num ambiente de respeito mútuo e cuidado – onde são vistos como capazes de aprender a fazer escolhas sociais conscientes.

  • Por que valores?

Os jovens ao redor do mundo são crescentemente afetados pela violência, problemas sociais, e uma falta de respeito de uns pelos outros e pelo mundo à sua volta. Pais, educadores e cidadãos em muitos países estão preocupados com esta tendência alarmante. Muitos deles acreditam que parte da solução é a ênfase em ensinar valores.

Thiago Henrique - 6 anos;Jean Junior – 7 anos;
A educação de qualidade reconhece a pessoa integral, e promove educação que abrange tanto o campo afetivo como o cognitivo. Valores como paz, amor, respeito, tolerância, cooperação e liberdade alimentam a esperança e são uma aspiração do mundo inteiro. Tais valores são a força de sustentação da sociedade humana e do progresso. O que as crianças e os jovens aprendem é mais tarde urdido no tecido social e então a educação precisa ter valores positivos em seu coração e a conseqüente expressão deles como sua meta se queremos procurar criar um mundo melhor para todos.

  • O VIVE é...

O Vivendo Valores, - um Programa Educacional (VIVE) é um abrangente programa de educação em valores.


Este inovador programa mundial oferece uma ampla variedade de atividades de vivência de valores e metodologias práticas para educadores, pais e cuidadores que possibilitam às crianças e jovens explorar e desenvolver doze valores universais: Paz, Respeito, Cooperação, Felicidade, Honestidade, Humildade, Amor, Responsabilidade, Simplicidade, Tolerância, Liberdade e União.


Usado nos contextos da educação formal e não formal, o VIVE dispõe de materiais para uso nas escolas formais, com crianças de rua ou em situação de risco e na reabilitação do uso de drogas (em preparação), bem como as respectivas capacitações, no Brasil. Para os países onde são aplicáveis, o VIVE dispõe também de materiais para uso com refugiados e crianças afetadas por guerra e com crianças afetadas por terremotos.

  • Desenvolvendo Valores

Desenvolvido em consonância com a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, o VIVE provê ferramentas e princípios orientadores para fortalecer a pessoa integral e busca ajudar cada indivíduo a realizar seu potencial por inteiro. As Atividades de Vivência de Valores constroem habilidades intra e inter-pessoais sociais e emocionais em conjunto com perspectivas e comportamentos baseados em valores.


Os educandos são engajados em reflexão, visualização e expressão artística para externarem suas idéias. Habilidades cognitivas e emocionais desenvolvem-se à medida que eles são engajados em analisar eventos e criar soluções. O enfoque é centrado na criança, adolescente e jovem, flexível e interativo.


Durante a capacitação do VIVE, os educadores são solicitados a criar uma atmosfera baseada em valores, na qual todos os educandos possam sentir-se respeitados, valorizados, entendidos, amados e seguros. Parte da excelência do educador VIVE é vista em modelar os valores, respeitar as opiniões dos educandos, e fortalecer as crianças e os jovens para gostarem de aprender e de implementar projetos de valores.


Este Programa está projetado para ser efetivo não apenas com educandos com bom aproveitamento mas também com aqueles considerados “desmotivados” ou marginalizados. Uma ampla gama de atividades encoraja à exploração ativa enquanto que a criação de um clima baseado em valores sustenta o desenvolvimento do educando em direção a um comportamento socialmente consciente.

  • Aplicação

O Vivendo Valores, um Programa Educacional é uma parceria entre educadores ao redor do mundo.


Está sendo atualmente aplicado em 79 países, de todos os continentes, em mais de 7000 estabelecimentos.




África do Sul – Albânia – Alemanha – Antilhas Holandesas – Arábia Saudita – Argentina – Aruba – Austrália – Áustria – Barbados – Bermuda – Bolívia – Botsuana - Brasil – Burundi – Camboja – Canadá – Chile – China – Colômbia - Coréia do Sul - Costa Rica - Dinamarca – Egito - El Salvador – Equador - Espanha – EAU – EUA - Fiji – Filipinas - França – Grécia – Guatemala – Guiana – Holanda - Hungria – Índia - Indonésia - Irã – Irlanda – Islândia – Israel – Itália – Jamaica – Japão – Jordânia – Kuwait – Líbano - Malásia – Maurício – México – Nigéria - Nova Zelândia – Nigéria – Panamá - Paquistão – Paraguai – Peru – Polônia – Portugal - Quênia - Reino Unido – Romênia – Senegal – Sérvia - Seychelles – Singapura - Sri Lanka – Suécia – Suíça – Suriname – Tailândia – Trinidad - Turquia – Uruguai – Venezuela – Vietnã - Zimbabue


É coordenado pela ALIVE – Association Living Values Education (Associação Vivendo Valores na Educação), uma associação sem fins lucrativos formada por educadores de todo o mundo. O Programa é apoiado pela UNESCO, patrocinado por uma variedade de organizações, instituições e indivíduos, e faz parte do movimento global por uma cultura de paz na estrutura da Década Internacional para uma Cultura de Paz e Não-Violência para as Crianças do Mundo.


Os educadores que aplicam o VIVE relatam um respeito crescente por parte dos educandos – por eles mesmos, uns pelos outros, e por seus educadores – tanto quanto uma motivação crescente e maior capacidade para cooperar e resolver conflitos.


No Brasil, o VIVE é coordenado pelo Instituto Vivendo Valores – IVV, que tem por objetivo apoiar e desenvolver programas e projetos sobre valores em todas as áreas do desenvolvimento humano.


Está estruturado numa Coordenação Nacional, Coordenações Regionais, e Coordenações Estaduais e Grupos Locais, conforme mostrado a seguir


Os e-mails para contato são:

 

Coordenação Nacional     vive@vivendovalores.org.br

Coordenações Regionais

Coordenações Estaduais Grupos Locais

Centro

vive.centroeste@vivendovalores.org.br

Distrito Federal

vive.centroeste@vivendovalores.org.br

Brasília

vive.centroeste@vivendovalores.org.br

Goiás

vive.centroeste@vivendovalores.org.br

 

Leste

vive.leste@vivendovalores.org.br

Espírito Santo

vive.rj@uol.com.br

 

 

Minas Gerais

mgracamartis@aol.com

Belo Horizonte

 

Montes Claros

m_auxiliadora_gomes@yahoo.com.br

 

Rio de Janeiro

vive.rj@uol.com.br

Rio de Janeiro

vive.rj@uol.com.br

Nordeste e Norte

vive.nortenordeste@vivendovalores.org.br

Bahia

vive.bahia@hotmail.com

 

Salvador

vive.bahia@hotmail.com

 

 

Ceará

vive.ce@hotmail.com

 

 

Fortaleza

vive.ce@hotmail.com

 

 

Pará

vive.para@hotmail.com

 

 

 

Pernambuco

vivepe@gmail.com  

 

Olinda

 

Piauí

vive.piaui@hotmail.com

 

Parnaíba

 

Rio Grande do Norte

vive.rn@hotmail.com

 

Natal

 

São Paulo

vive.saopaulo@vivendovalores.org.br  

 

 

São Paulo

vive.saopaulo@vivendovalores.org.br

São Paulo

Sul

vive.sul@vivendovalores.org.br

Paraná

spiccione@terra.com.br

Curitiba

spiccione@terra.com.br

Rio Grande do Sul

Novo Hamburgo

 

Porto Alegre

 

São Leopoldo

Santa Catarina

Florianópolis

Coordenação VIVE-Crianças de Rua ou em Situação de Risco   vive.ruarisco@vivendovalores.org.br

 

No Brasil, O VIVE é aplicado na educação formal desde 1996, tendo beneficiado até dezembro de 2004 mais de 400.000 crianças e adolescentes, através de mais de 750 escolas; até a mesma data, na educação não formal, o VIVE-Crianças de Rua ou em Situação de Risco, iniciado em abril de 2004, beneficiou mais de 10.000 crianças e adolescentes, através de mais de 90 instituições.

  • Os materiais do VIVE, no Brasil, incluem...
  • Atividades com Valores para Crianças de 3 a 6 anos *
  • Atividades com Valores para Estudantes de 7 a 14 anos *
  • Atividades com Valores para Jovens *
  • Guia do Facilitador para Grupos de Pais *
  • Guia de Capacitação do Educador*
  • Atividades de Vivência de Valores para Crianças de Rua ou em Situação de Risco de 3 a 6 anos
  • Atividades de Vivência de Valores para Crianças de Rua ou em Situação de Risco de 7 a 10 anos
  • Atividades de Vivência de Valores para Crianças de Rua ou em Situação de Risco de 11 a 16 anos
  • Vivendo Valores na Escola – Manual do Professor
  • Vivendo Valores na Escola – Manual do Orientador
  • CD Criança VIVE Cantando (músicas)
  • CD VIVE (Exercícios de Concentração/Relaxamento)
  • Caixinha de Valores (cartões)


Os livros do VIVE receberam o Learning Magazine Teachers´Choice Award (Prêmio Escolha dos Educadores, da Revista Aprendendo) e estão traduzidos em 32 línguas.


* Publicados pela Editora Confluência, sob licença de Health Communications, Inc. (HCI).


Para informações e aquisição de materiais:

Editora Confluência editora@bkumaris.org.br www.bkumaris.org.br/publicacoes

  • A quem se destina

Na educação formal:

  • Escolas públicas e privadas – creches, educação infantil, ensinos fundamental e médio.
  • Órgãos públicos e instituições do sistema de educação
  • Universidades – cursos de graduação, pós-graduação, extensão, mestrado, doutorado.
  • Educadores que procuram ampliar sua área de atuação.
  • Entidades comunitárias e Associações de pais e mestres.

Para crianças em situação de risco pessoal e social:

  • Instituições governamentais e não governamentais que cuidam de crianças, adolescentes e jovens de rua ou em situação de risco: abrigos, creches, núcleos sócio-educativos, PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, Cedecas (Centros de Defesa da Criança e do Adolescente), Núcleos Profissionalizantes, etc.
  • Instituições que cuidam de adolescentes e jovens que praticaram atos infracionais, em regime de internação ou de liberdade assistida
  • Equipes das Secretarias de Ação/Desenvolvimento Social
  • Conselhos Tutelares
  • Conselhos de Direitos: Conselhos Municipais de Defesa da Criança e do Adolescente (CMDCA), Conselhos estaduais e federal.
  • Promotorias da Infância e da Juventude do Ministério Público e Juízos da Infância e da Juventude.
  • Integrantes e equipes dos diversos Programas Governamentais, como Secretaria de Direitos Humanos, Fundos de Solidariedade Social, Polícias, Comissões Legislativas
  • Líderes comunitários, pais e cuidadores.

Na reabilitação do uso de drogas:

(Programa em desenvolvimento, tendo sido realizada capacitação piloto para educadores da Funasa, da prefeitura de Fortaleza)

  • Para instituições governamentais e não governamentais
  • Aplicativos do VIVE e seus objetivos

VIVE – Educação


É aplicado usualmente no ambiente da Educação formal, e pode também ser aplicado em outros ambientes.


Com sua aplicação podem alcançar-se os seguintes objetivos:

  • Gerar ambientes sadios na escola, com reflexos na vida familiar.
  • Incentivar a prática de pensamentos, palavras e atos positivos e construtivos.
  • Ajudar indivíduos a refletir sobre diferentes valores e as implicações práticas de expressá-os, para si mesmos, para a comunidade e para o mundo.
  • Aprofundar o entendimento, a motivação e a responsabilidade de fazer escolhas pessoais e sociais positivas.
  • Inspirar indivíduos a escolherem seus próprios valores e as implicações práticas de expressá-os, para si mesmos, para a comunidade e para o mundo.
  • Aprofundar o entendimento, a motivação e a responsabilidade de fazer escolhas pessoais e sociais positivas.
    Inspirar indivíduos a escolherem seus próprios valores pessoais, sociais, morais e espirituais, cientes dos métodos práticos para desenvolvê-los e aprofundá-los.
  • Encorajar educadores e cuidadores a olharem para a educação como uma filosofia de vida e, por meio dela, facilitarem o crescimento geral, o desenvolvimento e as escolhas dos educandos, de modo a integrá-los na comunidade com respeito, confiança e propósito.

VIVE para Grupos de Pais


Nos Grupos de Pais VIVE, os pais ou cuidadores exploram e fortalecem seus próprios valores e o que desejam transmitir aos filhos. As sessões são projetadas para que os pais:

  • Avaliem que valores consideram mais importantes.

  • Determinem que valores desejam transmitir aos filhos.

  • Tenham consciência de como as crianças aprendem os valores.

  • Desenvolvam a compreensão e as habilidades que serão usadas para extrair valores de seus filhos.

VIVE Crianças de Rua ou em Situação de Risco


É aplicado usualmente nas instituições que cuidam de crianças, adolescentes ou jovens em situação de risco pessoal ou social, em situação de rua ou não.


Com sua aplicação, podem alcançar-se os seguintes objetivos:

  • Desenvolver a auto-estima.

  • Iniciar um processo de cura da infância traumática.

  • Dar informações corretas sobre questões como AIDS, drogas, tráfico sexual, etc.

  • Desenvolver o conhecimento e a prática dos valores humanos.

  • Aumentar a coesão dos grupos.

  • Desenvolver habilidades emocionais, sociais, adaptativas e protetoras.

  • Aumentar a cooperação da comunidade, inclusive no aspecto vocacional e profissional conforme adequado.

VIVE na Reabilitação do Uso de Drogas (disponível a partir de julho de 2006)


Sua aplicação tem os seguintes objetivos:

  • Estabelecer uma atmosfera de valores segura.

  • Identificar valores no ser e desenvolver um senso de auto-valorização.

  • Compartilhar experiências dolorosas e constrangedoras, desenvolver empatia e entendimento pelo ser e pelos outros.

  • Construir habilidades intra-pessoais.

  • Entender o efeito do uso da droga em suas vidas.

  • Usar valores para construir habilidades inter-pessoais positivas e promover entendimento efetivo

  • Lidar com HIV/AIDS.

  • Fortalecer os valores.

  • Construir habilidades de prevenção de reincidência.

  • Apoiar a família.

  • Metodologia

  • A aplicação do VIVE junto ao público alvo é realizada pelos educadores da instituição, os quais são capacitados pelo grupo VIVE, diretamente, ou através de multiplicadores da instituição previamente capacitados pelo grupo VIVE.

  • Etapas

Cada aplicação do Programa VIVE constitui-se num projeto, constituído por Apresentação, Planejamento, Formação, Avaliação e Acompanhamento.


Divulgação

Para conhecimento geral do público alvo


Contato

Específico com a instituição interessada


Apresentação

Público alvo: Direção, educadores e equipe de apoio

Número mínimo de participantes – 20 pessoas

Local: Instituição solicitante

Duração: 2 horas (VIVE-Educação)

              3 horas (VIVE-Crianças de Rua e em Situação de Risco)


Planejamento

Elaborado pela Instituição, com suporte do

grupo VIVE


Formação dos Educadores e Equipe de apoio

Número de participantes – mínimo de 20 e máximo de 50

Local: Instituição solicitante

Duração: 30 horas (VIVE-Educação)

              40 horas (VIVE-Crianças de Rua e em Situação de Risco)

É fornecido certificado


Aplicação do Programa

Realizada pelos educadores da instituição.


Avaliação

Formulário de Relatório de Avaliação disponível


Acompanhamento

Realizado conforme estabelecido no Planejamento


Formação de Capacitadores e Coordenadores de Núcleo

Duração : 60 horas (VIVE-Educação)

               80 horas (VIVE-Crianças de Rua e em Situação de Risco)

É fornecido certificado

  • Condições

O trabalho do VIVE é voluntário, não havendo cobrança de taxas. Aceitam-se contribuições espontâneas em nome do IVV – Instituto Vivendo Valores.


Ao solicitante cabe assegurar o transporte ida e volta aos voluntários atuantes, e refeições e hospedagem se necessários, bem como local, equipamentos e materiais de consumo a serem utilizados durante as atividades oferecidas pelo VIVE, como Palestra de Apresentação, Capacitação e outros eventos.

  • Depoimentos

"Quando uma criança ou adolescente inicia este aprendizado em valores ela se descobre mais serena, feliz, despertando sua sensibilidade nas mais diversas formas. Essa transformação necessita de alguns ajustes e não me iludo que a escola sozinha transforme a sociedade com práticas educativas, mas acredito no processo que envolve a participação, a discussão significativa, a reformulação de hábitos."

Silvanne Mary Gomes Bezerra, Diretora da EMEF Rachel de Queiroz, Maracanaú, CE


"O projeto trouxe valiosos benefícios aos alunos, pois despertar os valores existentes dentro de cada um muito contribuiu para o desenvolvimento de uma auto imagem positiva."

Marister Salmoria de Carvalho, Psicóloga - Escola de Educação Básica Chácara Encantada, Santana do Parnaíba, SP


"O VIVE faz transparecer nos educadores valores humanos os quais transformam o cotidiano escolar."

Kátia Pasotto, Coordenadora Pedagógica - EMEF Benedito Calixto, São Paulo, SP


"O VIVE é legal porque ajuda a gente a ter mais respeito pelas coisas e se empenhar mais na escola." Íris Teixeira da Silva, aluna 3º B CII (7ª série)

EMEF Otacília Madureira de Moura, São José dos Campos, SP


“Sou pedagoga e trabalho em uma instituição , onde adolescentes infratores, de 16 a 19/20 anos cumprem medida sócio educativa. Foi ali, que tive a oportunidade de iniciar o Programa VIVE Para Crianças e Adolescentes de Rua e em Situação de Risco ... Graças ao vínculo já estabelecido anteriormente com os adolescentes, por ocasião de outras internações, não encontrei nenhuma resistência dos meninos com relação a iniciar o Programa ... Eram quatro jovens que encontravam-se afastados dos outros meninos, em uma unidade diferenciada, por serem reincidentes e considerados de perfil impróprio para o convívio com os outros meninos ... Já a partir da primeira aula pudemos sentir uma atmosfera mais leve no local. E a partir daí, os jovens sempre solicitavam a continuidade do programa referindo-se , na sua forma de expressão - "...essas aulas vieram trazer um pouco de paz ..." ... Conforme os meninos iam tomando contato com as atividades do programa, podia-se notar maior colaboração e compreensão para com os mesmos e para com os funcionários. A revolta, sempre presente começava a extinguir-se e percebia-se claramente os jovens mais seguros e confiantes. As demais pessoas que também trabalhavam com esses jovens (psicólogos, assistentes sociais, professores, direção e até mesmo a segurança) diziam estar os meninos em franca transformação....


O trabalho precisou ser interrompido, pois os adolescentes foram considerados aptos ao convívio com os demais, e transferidos de unidade, onde não encontramos espaço para dar continuidade ao trabalho naquele momento, pois as oficinas já estavam todas em andamento... Embora tenhamos trabalhado apenas dois meses, com três aulas semanais, a evolução dos meninos evidenciou o quanto o Programa traz resultados efetivos.

Verquínia Gregório – Educadora da Febem S. Vicente em 2004


Em meados de março 2004, estávamos eu e outro educador procurando capacitações na área de Adolescentes em situação de rua, os motivos eram vários, um em especial era que eles perturbavam demais o nosso atendimento... nos inscrevemos e fomos à palestra de sensibilização, já de primeiro momento ficamos muito empolgados com o que vimos ... inscrevemos 05 educadores da organização sendo estes de 03 unidades diferentes (Abrigo, Creche e Profissionalizante), no decorrer do curso podemos olhar para dentro de nós e perceber que a 1ª. mudança tinha que ser nossa, teríamos que sentir que éramos valorosos ... Cada um na sua unidade reproduziu o que vivenciou e sentiu das capacitações do Vive, no Profissionalizante escolhemos um grupo de 15 meninas com um histórico de violência muito acentuado, e a Rosana educadora que vivenciou a capacitação aplicou 05 lições com estas meninas ao término do ano o grupo avaliou a importância daquelas vivências, nos depoimentos das meninas, diziam: “ eu mudei, passei a me aceitar e aceitar meus colegas, percebi que não era só eu que tinha este problema, pude dividi-lo com os demais, o que vivemos aqui com o circulo da paz foi muito importante na minha vida”, Débora 16 anos. Nós educadores sentimos que foi realmente muito importante, pois, as meninas realmente mudaram, o grupo parou de brigar, porque todos os dias precisávamos separar uma briga entre elas. Com relação às crianças da Creche foi implantado o cantinho da paz, onde as crianças quando não estavam bem eram convidadas a ir para lá e receber amor, com isso mudou o caráter de punição e os educadores passaram a ver a criança como ser em desenvolvimento com ela de fato é, percebemos que nesta ação da creche eles conseguiram envolver todos os educadores... Experimentamos e indicamos a outras organizações, ainda em 2004, convidamos para trazer o Programa para a Rede Fiandeira, onde pudemos disseminar a proposta a outras organizações da Zona Leste de São Paulo, com isso muitas outras ONG,s capacitaram educadores e nós encaminhamos educadores de outras unidades. Em 2005 o programa Vivendo Valores foi incorporado no planejamento da Obra Social com objetivo de implantar em todas as unidades da organização, cada unidade caminhou no seu tempo, uma mais outra menos, mas todas com experiências fantásticas de mudança. Em todos os nossos momentos de encontros passamos a utilizar as músicas e algumas dinâmicas do VIVE e os resultados são surpreendentes percebemos que os educadores mudaram seu olhar com relação as suas vidas e também aos seus educandos, estão mais receptivos e acolhedores. Estamos nos encontrando uma vez por mês todos os educadores que já passaram pela capacitação do VIVE e em resultado este grupo já capacitou 26 novos educadores sedo 09 da organização e o restante de outras ONG’s da região. Para nós da Obra Social de São Mateus definimos o VIVE como uma proposta simples, barata de ser aplicada, só requer boa vontade de quem aplica e quem recebe ganha paz, amor e possibilidade de reconhecer-se como um ser importantíssimo para a nossa humanidade.

Marilda Fonseca,Coordenadora Pedagógica das Obras Sociais da Paróquia de S. Mateus, S. Paulo



"O Programa representa uma oportunidade renovada de trabalho, levando a essas crianças uma forma mais esperançosa de convívio, de inclusão social, sem fantasiar a realidade, mas dando a elas uma chance concreta de resgate humano e de se sentirem capacitadas a construírem um futuro melhor"

Nadir S. Henriques, educadora, Centro Social Sta. Rita de Cássia , Comunidade Kolping, Carapicuíba, SP


“Uma formação muito marcante, a qual, a todo o momento, nos leva a refletir e fortificar nossos valores”

Laerte Ferreira da Silva, coordenador, Instituto Rogacionista, S. Paulo

  • Metas 2006
  • Expandir o VIVE na Educação Formal

    • Mínimo de 20 novos estabelecimentos de ensino capacitados, dos quais 5 escolas

    • estaduais , em S. Paulo

    • Atuação em 3 novas cidades, em S. Paulo

    • Atendimento às solicitações de apresentações e capacitações

  • Expandir o VIVE-Crianças de Rua ou em Situação de Risco

    • De 2 para 12 estados, com no mínimo duas capacitações em cada um

    • Mínimo de 10 capacitações do VIVE-Crianças de Rua ou em Situação de Risco em S. Paulo

  • Implantar o Vive Reabilitação do Uso de Drogas, a partir da capacitação piloto realizada

  • Expandir a aplicação do VIVE através da formação de multiplicadores internos (os quais capacitam os educadores) em Secretarias de Educação e Ação Social, redes de instituições, etc.

  • Expandir a equipe: mínimo de 25 novos capacitadores e apresentadores, dos quais 15 em S. Paulo

  • Fortalecer o Acompanhamento junto às instituições capacitadas.

  • Obter local gratuito para eventos

  • Como participar e cooperar

Há muitas maneiras de cooperar, tanto para as pessoas individualmente como para instituições e empresas.

  • Sendo ou apresentando voluntários
    Para serem apresentadores, capacitadores, líderes de projeto, facilitadores para acompanhamento ou trabalharem na organização e infra-estrutura

  • Tornando-se patrocinador
    Nacional, regional ou local

  • Proporcionando divulgação
    Através de sites, mídia, etc.

  • Proporcionando contatos
    Com órgãos públicos, entidades representativas, possíveis parceiros, possíveis patrocinadores

  • Tornando-se parceiro
    Atuação conjunta com instituições com programas complementares
    Prestação de serviços como filmagem, fotografia, produção de CD´s e DVD´s; fornecimento de materiais

  • Dando sugestões


Jornal finalizado do Intervive nº 1
- Jornal Finalizado Do Intervive70.62Kb

To Top of page